O
SISTEMA DE AUMBHANDAN
Na
verdade, a superioridade da idéia deste sistema de Aumbhandan
perfeito foi ao longo dos milênios preservado no tempo
e espaço planetário mediante a cadeia de sucessão
discipular que inicia-se ininterruptamente no Cristo Panetário,
segundo a sentença máxima: Ninguém vai
a Deus senão por mim". Aumbhandan Como Ele É
está edificado sobre os pilares da verdadeira Ciência,
da Filosofia, da Religiosidade, da Arte e da Magia. Estes cinco
pilares não são compilações de conhecimento
eclesiástico puramente humano. O conhecimento de Aumbhandan
provém da Espiritualidade, do Cristo Planetário.
Do território palestino para o ocidente, o conhecimento
de Aumbhandan definindo o reino de Deus dentro de nós
foi suscitado pelo mestre Jesus Cristo. Emmanuel (cujo nome
quer dizer Deus em nós). O judaísmo, o catolicismo
e o protestantismo não o aceitaram como Messias, o Ungido,
porque o reino de Deus que aguardam cheios de ansiedade ainda
não teria se manifestado no planeta aos seus olhos. Assim,
seguem com eles por essa mesma doutrina dogmática multidões
de seguidores. Judaísmo, catolicismo e protestantismo
provêm do mesmo corpo de expressão daquela grande
estátua, que ao rei de Babilônia, Nabucodonosor,
foi apresentada em sonho e têm o Antigo Testamento em
comum. Contudo, as suas divergências de idéias
e interpretações ao pé da letra estimulam
ódios, perseguições e conflitos sangrentos.
Então sempre houve cisma entre judeus, católicos
e protestantes porque todos descendem do mesmo tronco saído
da raiz daquela grande estátua postergada por Jesus,
a "pedra angular" que os edificadores de igrejas e
sinagogas tanto lutaram até bani-la da terra, e que foi
colocada por cabeça da esquina (cf. Salmos, capítulo
CVIII, 22).
A essência de Aumbhandan se encontra evidente no Evangelho
segundo Lucas, capítulo IV, versículos do 16 ao
20, onde afirma que o Mestre Jesus tendo passado pela cidade
de Nazaré, e entrando na sinagoga, em dia de Sábado,
segundo o seu costume, levantou-se para ler. E foi-lhe dado
o livro do profeta Isaías e, quando abriu o livro, fixou
a página onde estava escrito: Deus habita em mim, pelo
que me ungiu, e ordenou-me para evangelizar os humildes, e a
curar os quebrantados de coração, e apregoar liberdade
aos cativos, e restituir visão aos cegos; a pôr
em liberdade os oprimidos para seu resgate; a anunciar a ocasião
aceitável do Senhor. E fechando o livro, e tornando-o
a devolver ao ministro, assentou-se; e os olhos de todos na
sinagoga estavam fitos nele. Então, com base no Antigo
Testamento, o Mestre Jesus Cristo suscitou o conhecimento de
Aumbhandan, tendo afirmado: "Deus habita em mim".
Historicamente, há registro do Senhor Yurupari, o grande
reformador do primitivo tronco dos tupynambás descendentes
da primeira e puríssima Raça Vermelha; Enoch,
o Dignitário Negro, cujo livro de sua autoria compilou
as versões etíopes do Sabeísmo, isto é,
o culto geral de todas as antigas nações de origem
africana); Jetro, o grão-sacerdote etíope, reconhecidamente
o mestre espiritual de Moisés logo que este retornou
da Índia e do Egito; Pro-Hy, o grande legislador da cultura
chinesa; Zoroastra, o grande idealizador do mitraísmo;
Rama, o fundador do culto dos ancestrais descendentes das quatro
primitivas Raças-raízes (Vermelha, Negra, Amarela
e Branca) e autor da indestrutível obra "Planisférico
Astrológico"; Budha, o iluminado; Krishna, o Deificador
no Oriente; Jesus Cristo, o Deificador no Ocidente; e uma infinidade
de tantos outros profetas servos do Ser Supremo. Todos são
representantes da mesma corrente de sucessão discipular
da consciência crística planetária. Essa
sucessão discipular remonta a época do próprio
Ser Supremo, Deus – o Proprietário e Controlador
de tudo, há milhares de séculos. Por isso, o conhecimento
uno que apresentamos na obra "Aumbhandan – O Elo
de Volta ao Supremo" não é diferente daquele
que foi originalmente transmitido pelo Ser Supremo. Não
se forjou verdades. Sendo um devoto convicto da permanência
de Deus no ser humano,, apenas estou entregando aos leitores
os ensinamentos intemporais do aspecto da manifestação
do espírito para a prática da caridade (cf. Joel,
capítulo II, versículos do 28 ao 32) para estruturação
da Umbanda Integral originalmente sem adição,
supressão ou mudança.