"O SUICÍDIO "


Visão da Umbanda Integral sobre o suicídio pôr covardia e as suas conseqüências espirituais


Embora a Umbanda seja uma das doutrinas religiosas mais transcendentais, considerando-se que a sua revelação primeira se deu na 3ª Raça Raiz - a Lemuriana e se desenvolveu plenamente na 4ª Raça Raiz - a Atlantiana, quando parte de sua civilização fez mau uso de um dos pilares do conhecimento humano - a magia os sábios da época acharam por bem, velar os seus conhecimentos cabalísticos - a Lei ou a Proto-Síntese Cósmica em 78 placas de nefrite, no subsolo no planalto central brasileiro, até os tempos serem chegados e lá ficarão como um possante talismã recarregando-se diuturnamente pelas possantes vibrações do Cruzeiro Divino que vibra nos céus brasileiros.
Hoje, esse conhecimento tem sido revelado, em doses homeopáticas, para alguns grupos ou pessoas iniciados nas ciências herméticas e com discernimento espiritual capaz de traduzir esses conceitos de forma que se tomem inteligíveis ás pessoas leigas.
A Umbanda Integral no Mundo Astral, tem seus fundamentos firmados, como "Lei Divina" há milhares de anos, mas que se expressa no mundo carnal envolvendo em vários véus, cada qual adaptado a uma era ou época.
O que pretendemos, sem desvalorizar conceitos já firmados, é revelar ou melhor desvelar mais alguns véus, que nos tornem mais próximos da realidade, da verdadeira Umbanda.
Segundo nossa exposição, percebendo-se que a Umbanda ainda não se revelou em todo o seu esplendor espiritual, em toda sua magnificência de Luz e Harmonia mas que na dependência do grau consciência de seus adeptos, apresenta-se como a "Senhora das mil faces" , indo seus fundamentos do mítico ao cósmico.
Após este pequeno intróito,entremos na questão da visão da Umbanda Integral sobre o suicídio e as suas conseqüências.
A pessoa dotada de discernimento espiritual tem uma visão transcendental sobre a imortalidade da alma.
A Umbanda Integral ensina que quando uma pessoa está plenamente na plataforma de amor a Deus, ela compreende sua intenção com Deus habitado nela " eu sou parte integrante de Deus". Isto caracteriza o avanço espiritual da alma encarnada na terra. Assim, cumprir-se-à o Amai-vos uns aos outros".
A Umbanda Integral comunga com a versão védica, que é o conhecimento, a religião e filosofia dos hindus, de que a alma é um Deus microssísmico. Tem as qualidades intrínsecas de Deus, mas em quantidade muito pequena.
Ora, quem entender a amostra, então pode compreender o todo. Nós somas diferentes dele porque ele é Todo-Perfeito e nós não somos.
Para que ocorra a evolução espiritual do EGO é fato inconteste de que a alma terá que ser revestida várias vezes de corpos físicos denso, etérico, astral e mental nas varias reencarnações, para que tenham consciência desses planos sutis.
Obviamente, ressalvando-se as questões cármiças, pré-determinadas, a "morte" deveria ser natural. No entanto, existem os "casos especiais".
São eles: Dos psíquicos (médiuns), a morte repentina, a morte dos condenados á pena capital, a morte de crianças com pouca idade, a morte dos que tem uma forte vinculação com o mundo físico, as almas perdidas e finalmente a morte por suicídio, que se divide em dois motivos: altruístas e egoístas.
As conseqüências, á luz da Umbanda Integral, para o suicídio, a situação se complica enormemente porque, de uma ou de outra maneira, o ato temerário praticado revela uma predominância enorme da personalidade sobre a vontade egóica, resultando dai que o EGO tem muita dificuldade para manter-se unido com o Corpo Astral e com o Corpo Mental Inferior, sobre os quais tem pouco comandamento, deixando-os mais ou menos expostos as forças e entidades de má qualidade que habitam, normalmente o Mundo Astral.
As conseqüência cármicas do suicídio são imensas, não só estas conseqüências influirão, certamente, na próxima encarnação, mas, muito provavelmente sobre mais de uma vida posterior.
È um crime contra natureza intrometer-se uma personalidade no período de vida prescrito para a vida física, porque, cada pessoa tem assinalado um período de vida física, o qual é determinado por uma complicada série de fatores cósmicos; tal período tem que correr, inexoravelmente, de modo que o suicídio cumpra o período restante no mundo astral, no sub-plano mais próximo do mundo físico, em companhia da escória da humanidade que normalmente vai para este sub-plano.
Obviamente, o grau de culpa do suicídio varia consideravelmente segundo as circunstancias; a atitude mental da pessoa por ocasião da morte é o que vai determinar a situação subseqüente. Existe uma profunda diferença entre quem comete o suicídio movido por motivos altruístas e os que, deliberadamente destroem a sua vida por motivos egoístas, tais como o temor de conseqüências de algum ato praticado, ou o desespero em face de uma situação aparentemente sem solução.
O mundo Astral é subdividido em sete sub-planos. Os suicidas são atraídos para a primeira região do mundo dos desejos do sub-plano correspondente ao seu estado de consciência.
Esse sub-plano, reúne as condições que correspondem aos diferentes tipos de descrição encontradas na literatura religiosa sob a denominação de inferno.
A atmosfera deste "lugar" é sombria, pesada, triste, deprimente em escala quase inconcebível: parece impregnada de todas as influencias antagônicas ao BEM; Esta é a característica principal da região, todos os desejos malignos, todos os sentimentos brutais, todos os desejos animalescos encontram na matéria deste subplano o meio de expressar-se com plenitude; esta região parece ser o lugar ideal para desenvolver os horrores da crueldade, da malicia e da paixão mais abjeta.
A população desta 1ª região se compõe do rebotalho da humanidade desencarnada: assassinos e criminosos de todas as classes, bêbados e viciados, debochados, enfim, tudo que o reino humano reúne de mais vil e torpe. Ninguém pode despertar e viver nesta região se não é culpado de deliberada e persistente cruel brutalidade. Como única exceção ai despertam e passam algum tempo em plena consciência aqueles que cometeram o suicídio por covardia, procurando fugir de algum tipo de punição que mereceram.
È bom deixar bem claro antes de terminar, que não há nenhuma intenção de aplicar um castigo por parte da Divindade sobre aqueles infelizes que constituem, por algum tempo, a população dessa 1ª Região do Mundo Astral.
Existe sim, o efeito inevitável das causas postas em movimento pelo próprio homem. Durante uma vida inteira estes homens cederam ás impulsões mais baixas e vis, atraíram e assimilaram em seus corpos, astrais os materiais apropriados para vibrar em respostas a estas impulsões. Depois da morte, este corpo que construíram torna-se a sua prisão, que no único nível de matéria astral compatível com sua vibração.
Os propósitos Divinos para a evolução não incluem nunca dores e sofrimentos; ao contrario, o homem é livre para aprender alegremente as suas lições, as quais, no final das contas, ainda são clementes, por que o premio é muito grande uma vez que estas lições asseguram e conduzem a alma para a conquista da imortalidade.
Fraternalmente
Gera-El

 

 

 


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